"e soubesse eu artifícios
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...
a timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...
e retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar
e o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar"
(canta a DEOLINDA)
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...
a timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...
e retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar
e o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar"
(canta a DEOLINDA)
5 ondas:
At 10:01 da manhã,
Catarina said…
E o mar renasce em agosto com a sombra de uma nuvem branca.
At 12:12 da tarde,
Hugo Torres said…
O mar renascendo é uma bela imagem.
At 9:42 da tarde,
Anónimo said…
ninguém conhece estas marés. :)
At 1:15 da manhã,
Sílvio Mendes said…
mar aqui, mar ali, e eu que que já nem do mar sabia.
At 12:16 da manhã,
Cadinho RoCo said…
POis digo haver no amor a exigência da descontração para que ele possa viver, respirar e emanar seu força, seu poder, sua presença, seu feito.
Cadinho RoCo
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